Esta propriedade foi adquirida pela Família Assis Costa há cerca de 50 anos. Em 2002 iniciou-se um novo ciclo desta propriedade, que levou à reconstrução e reestruturação da agricultura existente, sempre assente em princípios de geobiologia, saúde ambiental e alimentar, com o objectivo de evitar a doença ou de a tratar.

Dista 500m da Vila de Mértola e o Rio Guadiana fica apena a 700 metros.

Esta propriedade foi adquirida pela Família Assis Costa há cerca de 50 anos. Em 2002 iniciou-se um novo ciclo desta propriedade, que levou à reconstrução e reestruturação da agricultura existente, sempre assente em princípios de geobiologia, saúde ambiental e alimentar, com o objectivo de evitar a doença ou de a tratar.

Dista 500m da Vila de Mértola e o Rio Guadiana fica apena a 700 metros.

Mértola e o Guadiana

Mértola é uma vila do sudeste de Portugal, perto da fronteira espanhola. Com uma localização estratégica, encontra-se numa colina e dispõe-se em anfiteatro, entre a margem direita do Rio Guadiana e a margem esquerda da Ribeira de Oeiras, na última porção navegável do Guadiana.

Banhada pelo Rio Guadiana, permitindo a navegação até à foz, entre Vila Real de Santo António e Ayamonte, a barcos de pequeno calado, percorrendo um trajeto fluvial de invulgar beleza num percurso de cerca de 60 km.

Mértola e o Guadiana

Mértola é uma vila do sudeste de Portugal, perto da fronteira espanhola. Com uma localização estratégica, encontra-se numa colina e dispõe-se em anfiteatro, entre a margem direita do Rio Guadiana e a margem esquerda da Ribeira de Oeiras, na última porção navegável do Guadiana.

Banhada pelo Rio Guadiana, permitindo a navegação até à foz, entre Vila Real de Santo António e Ayamonte, a barcos de pequeno calado, percorrendo um trajeto fluvial de invulgar beleza num percurso de cerca de 60 km.

Pureza, Sustentabilidade, e Harmonia

No Monte de Santo António nada acontece por acaso. A suas condições geográficas privilegiadas e o profundo estudo das características do local, com uma atenção permanente a todos os detalhes, têm permitido desenvolver e explorar um espaço em função de critérios de harmonia, pureza e sustentabilidade que se manifestam em todos os cantos do monte e que se evidenciam em áreas muito diversas.

A produção biológica e/ou orgânica dos seus produtos, que para além das vinhas tem milhares de árvores em produção de dezenas de variedades e é tratada sem recurso a produtos químicos, encontrando-se toda a sua produção em modo biológico, certificada pela Sativa.

Toda a rega é computorizada, sendo a água molecularmente estruturada e magnetizada, distribuída em sistema de gota-a-gota, com 2 circuitos independentes de computorização, sendo um a partir de barragem e outro de furos.

Existe ainda um sistema de produção de eletricidade por energia solar de Autoprodução, que permite captar água e regar durante o dia, com uma economia quase total

Pureza, Sustentabilidade, e Harmonia

No Monte de Santo António nada acontece por acaso. A suas condições geográficas privilegiadas e o profundo estudo das características do local, com uma atenção permanente a todos os detalhes, têm permitido desenvolver e explorar um espaço em função de critérios de harmonia, pureza e sustentabilidade que se manifestam em todos os cantos do monte e que se evidenciam em áreas muito diversas.

A produção biológica e/ou orgânica dos seus produtos, que para além das vinhas tem milhares de árvores em produção de dezenas de variedades e é tratada sem recurso a produtos químicos, encontrando-se toda a sua produção em modo biológico, certificada pela Sativa.

Toda a rega é computorizada, sendo a água molecularmente estruturada e magnetizada, distribuída em sistema de gota-a-gota, com 2 circuitos independentes de computorização, sendo um a partir de barragem e outro de furos.

Existe ainda um sistema de produção de eletricidade por energia solar de Autoprodução, que permite captar água e regar durante o dia, com uma economia quase total

O Vinho e a Vinha

O Vinho e a Vinha

A vinha está plantada no Parque Nacional do Vale do Guadiana — uma reserva natural, sem qualquer tipo de poluição ambiental ou industrial. Está plantada em encosta, com uma orientação sul-nascente e irrigada gota-a-gota. No entanto, um dos segredos da qualidade desta vinha e do vinho que ela permite produzir está na aposta pela agricultura biológica biodinâmica, no tratamento da água, no subsolo xisto argiloso e no seu clima mediterrânico.

A vinha está plantada no Parque Nacional do Vale do Guadiana — uma reserva natural, sem qualquer tipo de poluição ambiental ou industrial. Está plantada em encosta, com uma orientação sul-nascente e irrigada gota-a-gota. No entanto, um dos segredos da qualidade desta vinha e do vinho que ela permite produzir está na aposta pela agricultura biológica biodinâmica, no tratamento da água, no subsolo xisto argiloso e no seu clima mediterrânico.

Água

A rega é feita com uma água subterrânea claramente alcalina, submetida a processos naturais de polarização e ozonização, de forma a atribuir à água uma estrutura molecular tridimensional e magnetizada negativamente, que a torna mais fácil de assimilar melhorando o metabolismo das videiras e de toda a flora.

Água

A rega é feita com uma água subterrânea claramente alcalina, submetida a processos naturais de polarização e ozonização, de forma a atribuir à água uma estrutura molecular tridimensional e magnetizada negativamente, que a torna mais fácil de assimilar melhorando o metabolismo das videiras e de toda a flora.

Subsolo

A propriedade é atravessada pela Faixa Ibérica de Pirite e, sob as vinhas, o subsolo é composto essencialmente por pirite e calcopirite ricas em cobre, ouro, prata e ferro. Esta localização premium, sob um subsolo abundante xisto argiloso, permite que as raízes da vinha cresçam sem bactérias, fungos ou outros agentes patogénicos que possam prejudicar a sua evolução e saúde fitossanitária.

As condições do solo e subsolo, o clima mediterrânico, a complexa água e a forma de irrigação, permitem a produção das nobres castas Trincadeira e Aragonês, que dão origem a uvas de características e qualidade invulgares.

Subsolo

A propriedade é atravessada pela Faixa Ibérica de Pirite e, sob as vinhas, o subsolo é composto essencialmente por pirite e calcopirite ricas em cobre, ouro, prata e ferro. Esta localização premium, sob um subsolo abundante xisto argiloso, permite que as raízes da vinha cresçam sem bactérias, fungos ou outros agentes patogénicos que possam prejudicar a sua evolução e saúde fitossanitária.

As condições do solo e subsolo, o clima mediterrânico, a complexa água e a forma de irrigação, permitem a produção das nobres castas Trincadeira e Aragonês, que dão origem a uvas de características e qualidade invulgares.

A Vindima e Produção

Especificamente nesta viticultura em Regímen Biológico Certificado, as vinhas são mondadas manualmente e sem recurso à utilização de quaisquer fertilizantes, pesticidas, herbicidas, fungicidas ou outros agentes de origem química ou de síntese.

As uvas são vindimadas manualmente, escolhidas no terreno e transportadas em caixas de apenas 15 kg, por forma a evitar o esmagamento durante o transporte. No momento de chegada à adega, as uvas são novamente selecionadas e posteriormente vinificadas. A vinificação é realizada com um suave esmagamento e maceração pós-fermentativa, segundo técnicas de produção Biológica, sendo controlada toda a sua fermentação utilizando constantes análises laboratoriais.

A Vindima e Produção

Especificamente nesta viticultura em Regímen Biológico Certificado, as vinhas são mondadas manualmente e sem recurso à utilização de quaisquer fertilizantes, pesticidas, herbicidas, fungicidas ou outros agentes de origem química ou de síntese.

As uvas são vindimadas manualmente, escolhidas no terreno e transportadas em caixas de apenas 15 kg, por forma a evitar o esmagamento durante o transporte. No momento de chegada à adega, as uvas são novamente selecionadas e posteriormente vinificadas. A vinificação é realizada com um suave esmagamento e maceração pós-fermentativa, segundo técnicas de produção Biológica, sendo controlada toda a sua fermentação utilizando constantes análises laboratoriais.

O General

O General

Frederick Hermann, primeiro Duque de Schomberg, primeiro Conde de Mértola, membro da Ordem de Garter (o mais alto Grau de Cavaleiro atribuído em todo o Reino Unido), Marechal de França e General dos Exércitos Inglês e Português. Faleceu na batalha de Boyne (entre Inglaterra e a Holanda) em 1690.

Depois da assinatura do Tratado dos Pirenéus (assinado para terminar com um conflito entre França e Espanha, que na altura fazia parte da Guerra dos Trinta Anos), a Independência de Portugal encontrava-se ameaçada por Espanha. Nesta altura Frederick Schomberg foi secretamente enviado para Lisboa, com a aprovação do Rei Charles II de Inglaterra, para servir como conselheiro militar. Em pleno tratado dos Pirenéus e para evitar problemas com Espanha, o Rei Louis XIV de França, dispensa Schomberg das suas obrigações para com o Exército Francês. Após várias adversidades nas três primeiras campanhas militares, a 17 de junho de 1665, o Comandante Português António de Sousa (o primeiro Marquês de Marialva), juntamente com o General Frederick Von Schomberg, vencem a Batalha dos Montes Claros, o último passo na Guerra da Restauração Portuguesa e fator decisivo na total soberania de Portugal.

Depois de ter participado com o seu exército na deposição de D. Afonso VI Rei de Portugal, em favor do seu Irmão Dom Pedro, foi recompensado com o título “Conde de Mértola”, tendo-lhe sido dada uma propriedade no Concelho de Mértola e uma pensão vitalícia.

Frederick Hermann, primeiro Duque de Schomberg, primeiro Conde de Mértola, membro da Ordem de Garter (o mais alto Grau de Cavaleiro atribuído em todo o Reino Unido), Marechal de França e General dos Exércitos Inglês e Português. Faleceu na batalha de Boyne (entre Inglaterra e a Holanda) em 1690.

Depois da assinatura do Tratado dos Pirenéus (assinado para terminar com um conflito entre França e Espanha, que na altura fazia parte da Guerra dos Trinta Anos), a Independência de Portugal encontrava-se ameaçada por Espanha. Nesta altura Frederick Schomberg foi secretamente enviado para Lisboa, com a aprovação do Rei Charles II de Inglaterra, para servir como conselheiro militar. Em pleno tratado dos Pirenéus e para evitar problemas com Espanha, o Rei Louis XIV de França, dispensa Schomberg das suas obrigações para com o Exército Francês. Após várias adversidades nas três primeiras campanhas militares, a 17 de junho de 1665, o Comandante Português António de Sousa (o primeiro Marquês de Marialva), juntamente com o General Frederick Von Schomberg, vencem a Batalha dos Montes Claros, o último passo na Guerra da Restauração Portuguesa e fator decisivo na total soberania de Portugal.

Depois de ter participado com o seu exército na deposição de D. Afonso VI Rei de Portugal, em favor do seu Irmão Dom Pedro, foi recompensado com o título “Conde de Mértola”, tendo-lhe sido dada uma propriedade no Concelho de Mértola e uma pensão vitalícia.

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